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Seleção Brasileira - 19 de novembro de 2018

Brasil se deu bem no ranqueamento que define os Pré-Olímpicos

As principais seleções do planeta conheceram os prováveis caminhos para os Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020. E não dá para dizer que o Brasil se deu mal.

Com a atualização do ranking da Federação Internacional de Vôlei (FIVB), é possível ter uma noção quase exata de como ficarão os grupos do Pré-Olímpico, o novo formato de classificação para os Jogos.

Como o classificatório leva em conta a posição do ranking da FIVB, apenas desistências alterarão os grupos, que serão oficializados em agosto de 2019.

No masculino, o Brasil teria pela frente Egito, Bulgária e Porto Rico. No feminino, o grupo seria formado por Brasil, República Dominicana, Camarões e Azerbaijão.

Era possível ficar bem pior, como vocês poderão ver abaixo.

Vale relembrar como os grupos são formados. Pelo nova regulamentação, os 24 primeiros do ranking (excluindo o Japão, país-sede já classificado) são divididos da seguinte forma:

Grupo A: 1, 12, 13 e 24
Grupo B: 2, 11, 14 e 23
Grupo C: 3, 10, 15 e 22
Grupo D: 4, 9, 16 e 21
Grupo F: 5, 8, 17 e 20
Grupo G: 6, 7, 18 e 19

Brasil lidera o ranking mundial masculino (CBV Divulgação)

O vencedor de cada um deles carimbará o passaporte olímpico. Em condições normais de temperatura e pressão, as Seleções Brasileiras são favoritas para as vagas dentro dos grupos citados acima.

Quem não avançar terá de jogar o Pré-Olímpico continental, que dará mais uma vaga. E pela divisão dos grupos, alguns deles prometem ser fortíssimos. Veja o exemplo do masculino na Europa.

Hoje, o Grupo C do Pré-Olímpico Mundial teria Itália, Sérvia, Eslovênia e Tunísia. O D contaria com Polônia, França, Cuba e México. Vamos imaginar que Itália e Polônia sejam campeões e garantam vaga. Com Sérvia, França e Eslovênia indo para a repescagem, apenas um teria chance de ir para a Olimpíada. Ou seja: favoritos vão ficar pelo caminho.

No feminino, o mesmo vale para um grupo com Holanda, Itália e Bélgica, e outro com Turquia, Alemanha e República Tcheca.

Dá para dizer ainda que a Argentina, agora comandada por Marcelo Mendez, no masculino, tem um grupo bem acessível, escapando de potências europeias.

Confira abaixo todas as chaves e faça suas apostas para os classificados para Tóquio

MASCULINO

A – Brasil (1), Egito (12), Bulgária (13) e Porto Rico (24)
B – EUA (2), Bélgica (11), Holanda (14) e Coreia do Sul (23)
C – Itália (3), Sérvia (10), Austrália (15) e Camarões (22)
D – Polônia (4), França (9), Eslovênia (16) e Tunísia (21)
F – Rússia (5), Irã (8), Cuba (17) e México (20)
G – Canadá (6), Argentina (7), Finlândia (18) e China (19)

FEMININO

A – Sérvia (1), Porto Rico (12), Tailândia (13) e Cuba (24)
B – China (2), Turquia (11), Alemanha (14) e República Tcheca (23)
C – Estados Unidos (3), Argentina (10), Bulgária (15) e Cazaquistão (22)
D – Brasil (4), República Dominicana (9), Camarões (16) e Azerbaijão (21)
F – Rússia (5), Coreia do Sul (8), Canadá (17) e México (20)
G – Holanda (6), Itália (7), Bélgica (18) e Quênia (19)

POR DANIEL BORTOLETTO

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