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Mundial de Clubes - 10 de dezembro de 2018

Recorde da central brasileira Thaisa ainda persiste no Mundial de Clubes

Terminado o Campeonato Mundial Feminino de Clubes da FIVB de 2018, em Shaoxing, na China, as estatísticas apontaram que, pela terceira vez na história da competição (desde a introdução do sistema de pontuação), a ponteira chinesa Ting Zhu, do campeão Vakifbank, da Turquia, foi a maior pontuadora do torneio, com 98 pontos marcados em cinco jogos.

A atacante de 24 anos, campeã olímpica nos Jogos do Rio-2016, liderou a lista pela terceira vez na carreira, depois de conseguir o feito em 2013, em Zurique, na Suíça – quando defendia o Evergrande Guangdong, da China -, e em 2016, em Manila, já no Vakifbank. Seu recorde pessoal são os 103 pontos marcados há dois anos. Ela é a única jogadora a aparecer mais de uma vez na lista de maiores pontuadoras de uma edição de Mundial.

Ting Zhu, MVP do Mundial 2018 (FIVB)

Outra atacante chinesa foi destaque este ano: Yanhan Liu, de 25 anos, que marcou 90 pontos no campeonato e ficou em segundo lugar entre a maiores pontuadoras. Ela anotou 34 pontos para o Zhejiang Volleyball Club contra o Volero Le Cannet, da França e se tornou a sétima jogadora na história do Campeonato Mundial de Clubes  a marcar mais de 30 pontos em uma única partida – empatou com o recorde da russa Ekaterina Gamova, do Dinamo Kazan (RUS), contra o brasileiro Sesi-SP, na semifinal de 2014.

Yanhan Liu, doZhejiang, da China (FIVB)

A ponteira Gabi, do Minas, ficou em terceiro lugar no ranking geral de maiores pontuadoras, com 85 pontos. Outra ponteira do time mineiro, Natália, foi destaque nas estatísticas. Ela marcou 31 pontos contra o Eczacibasi, nas semifinais. Natália e Liu Yanhan foram as únicas a entrar na lista das atacantes com mais de 30 pontos em um só jogo em Mundiais este ano. A ponteira do Minas foi a nona maior pontuadora do torneio, com 69 pontos no total.

 

Natália, do Minas, marcou 31 pontos na semifinal contra o Eczacibasi (FIVB)

A sérvia e atual campeã mundial com a seleção do seu país Tijana Boskovic, do turco Eczacibasi, não enfrentou o Dentil/Praia Clube na disputa do bronze – por conta da morte de um tio -, mas no geral ela registrou 69 pontos em 132 ataques, com 52,27% de aproveitamento, liderando a lista das melhores atacantes do Mundial pelo segundo ano consecutivo. Em 2017, em Kobe, no Japão, Boskovic terminou o torneio com uma eficiência de 52% (78 pontos em 150 tentativas).

No entanto, o recorde a ser batido nos ataques continua sendo os 56,94% de eficiência (41 pontos em 72 tentativas) da central brasileira Thaisa, índice estabelecido em Doha-2012, quando defendia o campeão Sollys/Nestlé/Osasco.

O Brasil deixou Shaoxing com a liderança em um fundamento. A levantadora Macris, do Minas, foi a mais eficente na posição, à frente de Eva Mori, do francês Voleo Le Cannet, e da levantadora Cansu, do Vakifbank.

Quem brilhou no bloqueio foi Yang Hanyu, do Zhejiang, com 24 pontos. A central Carol, do Praia Clube, foi a terceira melhor bloqueadora, com 16 pontos, atrás de Milena Rasic, do campeão turco, que marcou 18.

E, pela primeira vez na história da competição, duas jogadoras dividiram a ponta na categoria de melhores sacadoras: Sana Anarkulova, Altay Voleibol Club, do Cazaquistão, e Gamze Alikaya, do turco Eczacibasi, com sete aces em cinco partidas.

Sana Anarkulova, Altay Voleibol Club, do Cazaquistão (FIVB)

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