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Seleção Brasileira - 11 de dezembro de 2018

Renan sobre Leal na Seleção em 2019: “Quero falar e ver o que ele pensa”

Em entrevista ao repórter Paulo Fávero, do Estado de São Paulo, publicada nesta terça-feira, Renan Dal Zotto falou sobre os planos para a Seleção Brasileira masculina em 2019.

E reforçou que Leal está incluído no planejamento. O cubano naturalizado brasileiro está cumprindo a quarentena de dois anos imposta para quem troca da nacionalidade esteja elegível para jogar por uma segunda bandeira. Poderá ser convocado já para a primeira competição da temporada, a Liga das Nações.

– Agora é real. A partir de abril ele tem condições. Pretendo dar um pulo na Itália para falar com alguns jogadores que estão atuando lá e quero conversar com ele, para ver o que pensa. É um cara que pode agregar muito valor ao time. Não descarto a possibilidade de ele estar com a gente. Mas quero falar e ver o que ele pensa. Com certeza tem todos os pré-requisitos para ajudar a Seleção – disse Renan.

Leal trocou o Sada/Cruzeiro ao fim da temporada passada para defender o Civitanova, da Itália. Renan não vê problemas de aceitação do jogador no grupo.

– Ele trabalhou muitos anos no Brasil, está jogando lá com o Bruno, é um cara que tem uma relação próxima com o Brasil, conhece o treinamento, os atletas. Quanto a isso, não terá problema algum – comentou.

No calendário brasileiro em 2019 também se destaca a participação no Pré-Olímpico, primeira chance para confirmação da vaga nos Jogos de Tóquio-2020.

Renan durante o último Mundial (FIVB Divulgação)

– Vamos disputar a Liga das Nações, depois o Pan em Lima, o Sul-Americano e a Copa do Mundo. Entramos em todas as competições com foco total em pódio. Mas planejamento técnico é sem dúvida para a classificatória olímpica, em agosto. É a competição mais importante do ano. Quatro equipes em um grupo. Classifica só o primeiro colocado. A pressão pela vaga é monstruosa.

Ele ainda comentou a recuperação de uma cirurgia no joelho:

– Acabei tendo edema ósseo, fiz correção no joelho, que se chama osteotomia, e preciso ficar três meses sem colocar o pé no chão. Em janeiro, acho que já posso viajar. Mas estou usando muleta e cadeira de roda.

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