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Superliga - 24 de fevereiro de 2019

Veja o que ainda está em jogo, a 3 rodadas do fim da 1ª fase da Superliga Masculina

A três rodadas do fim da fase classificatória da Superliga Cimed Masculina 2018/2019, as posições para os playoffs começam a ganhar contorno. Depois dos jogos de sábado, os objetivos dos times ficaram ainda mais claros e é hora de fazer as contas e analisar os próprios adversários e os adversários dos rivais. O Web Vôlei faz um balanço da situação de cada equipe nesta reta final da competição.

Os oito times dos playoffs já estão definidos. O que está em jogo agora é posição e a ordem dos confrontos. Uma equipe já caiu e duas lutam para não ocupar a outra vaga do descenso.

Liderança

O Sada/Cruzeiro lidera de maneira isolada, com 48 pontos. O Sesi-SP segue na cola, com 47. Os mineiros têm pela frente o Sesc RJ, no Rio, o EMS/Taubaté, em casa e o Sesi-SP, também no Riachão, em Contagem (MG). O Sesi SP enfrenta o Sesc RJ e o Vôlei UM/Itapetininga em casa e o próprio Cruzeiro, fora. Teoricamente, o caminho do time paulista é mais tranquilo. Ao que parece, se os dois mantiverem o ritmo e vencerem seus dois próximos jogos, a decisão da liderança ficará para a última rodada.

O Sesi-SP derrotou o rival paulista por 3 sets a 1, em Taubaté (Rafinha Oliveira/Divulgação)

3º e 4º lugares

O Taubaté o terceiro, com 41 pontos, e o Sesc RJ é o quarto, com 36. Matematicamente, o time paulista ainda tem chances de brigar até pela liderança. Mas, pela inconstância da equipe até agora na competição, o mais provável é que se mantenha em terceiro. O Sesc RJ, outro que também segue oscilando na temporada, dificilmente vai subir de posição e corre até o risco de perder o quarto posto.

O Taubaté enfrenta o São Francisco Saúde/Ribeirão, em casa, o Sada/Cruzeiro, em BH, e o Copel/Telecom Maringá, em seu ginásio.

O Sesc RJ tem pela frente o Sesi-SP, no ginásio da Villa Leopoldina, o Sada/Cruzeiro, no Rio, e o Ribeirão, no interior de São Paulo.

A diferença do Sesc RJ para o Vôlei Renata e o Fiat/Minas é de 6 pontos e para o Itapetininga e o Maringá é de 7.

O Fiat/Minas, do líbero Maique, é sexto, mas tem chances até de terminar em quarto (Orlando Bento/MTC)

5º a 8º lugares

Vôlei Renata e Fiat/Minas ocupam a 5ª e 6ª colocação respectivamente, ambos com 30 pontos, e Maringá e Itapetinga são 7º e 8º, com 29. A briga promete ser boa. Se vencerem seus jogos e o Sesc perder ao menos dois confrontos, podem sonhar com a quarta colocação.

O Vôlei Renata tem pela frente o Caramuru, em Ponta Grossa, o Corinthians/Guarulhos, no Ginásio do Taquaral, e Itapetininga, também fora de casa.

O Fiat/Minas recebe o Maringá, em sua arena, terá o Ribeirão, fora de casa, e o Caramuru, em BH.

O Maringá enfrenta o já rebaixado São Judas, em casa, o Minas, em Belo Horizonte e o Taubaté, no interior paulista.

O Itapetininga recebe o Corinthians, em casa, o Sesi SP, em São Paulo, e tem o confronto direto contra o Vôlei Renata, diante da sua torcida, na última rodada.

O ponta Vaccari é um dos destaques do Vôlei Renata (Divulgação)

Rebaixamento

Duas situações já estão definidas entre o 9º e o 12º lugares da Superliga 2018/2019. Com 5 pontos em 19 jogos, o São Judas já está matematicamente rebaixado. E, com 19 pontos, o Ribeirão não pode mais cair para a Superliga B.

Portanto, dois times brigam para não cair: o Caramuru, que tem 11 pontos e ocupa a 11ª posição, e o Corinthians/Guarulhos, que tem 17 pontos e é o 10º. Com nove pontos em jogo, o Timão precisa vencer apenas um dos próximos três jogos – ou até perder todos, desde que dois sejam por 3 sets a 2 – para se garantir na próxima Superliga sem depender do resultado dos jogos do Caramuru.

A equipe de Ponta Grossa tem pela frente o Vôlei Renata, em casa, o São Judas, em São Bernardo do Campo, e o Minas, no Paraná. O Corinthians enfrenta o Itapetininga, fora de casa, o Vôlei Renata, em Campinas, e o São Judas, em Guarulhos.

Com a vitória deste sábado sobre o Caramuru, o Corinthians, do levantador Marcelinho, praticamente se safou do rebaixamento (Divulgação)

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