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Superliga - 24 de outubro de 2019

Sada/Cruzeiro usará vídeocheck na Superliga

Pedido do Sada/Cruzeiro para utilizar o equipamento foi aprovado pelos adversários e pela CBV

O Sada/Cruzeiro terá, nas partidas como mandante na Superliga 2019/2020, a presença do desafio eletrônico (challenge ou vídeocheck, como preferirem) para auxílio da arbitragem.

Detentor do equipamento, o time mineiro solicitou a utilização e teve o pedido aprovado pelos demais participantes da competição nacional, durante reunião organizada pela Confederação Brasileira (CBV).

O equipamento adquirido pelo Sada/Cruzeiro vem sendo utilizado com frequência em competições estaduais e nacionais, operado por uma equipe treinada pela Federação Mineira. Atualmente, a CBV espera a aprovação de um projeto de verba incentivada para comprar o material necessário para implantar o desafio de forma sistemática nos principais torneios do país. O investimento previsto é de R$ 5 milhões.

A ideia da entidade, caso o projeto saia do papel e o dinheiro seja captado, é adquirir ao menos 12 kits completos, repassá-los em forma de comodato aos clubes, para que eles façam a utilização em seus jogos. Será necessário também um processo de treinamento de pessoal para operação das câmeras e do sistema tecnológico.

Segundo Renato D´Ávila, superintendente de competições de quadra da CBV, em contato ao Web Vôlei, o desafio eletrônico está previsto para ser utilizado em todos os jogos das semifinais e das finais da Superliga.

– Se não der na próxima (2020/2021), talvez na outra (2021/2022), a gente tenha todos os jogos da Superliga com o desafio. Não é um processo simples. Ainda precisamos da aprovação do projeto, depois formar pessoas para dar qualidade ao negócio. A responsabilidade é grande. Todo equipamento precisará estar calibrado, ajustado, para não deixar dúvidas – disse Renato, que completou.

– E talvez o passo mais complicado seja ter o telão nos ginásios, para dar transparência para quem está vendo as partidas. Acho que no Brasil apenas o Minas tem o telão. Eventualmente a gente comece até sem telão. Eu, particularmente, estou sendo obrigado a abrir mão disso. Mas sabendo que a infra é muito cara é preciso repensar. Estamos batalhando para ter a melhor condição possível, acompanhando o que o resto do mundo está fazendo em termos de tecnologia e competições da competição acontecer. Mas somos dependentes da realidade do país.

Por Daniel Bortoletto

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