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Superliga - 18 de dezembro de 2019

“Ainda tenho altos e baixos, mas estou confiante”, diz Sheilla

Aos 36 anos, a oposto Sheilla voltou ao voleibol depois de uma pausa para o nascimento das filhas Liz e Ninna que completaram recentemente um ano. A atacante não disputava uma partida oficial desde os Jogos Olímpicos do Rio, em 2016. Esse ano, a atacante foi convocada pelo treinador José Roberto Guimarães para a disputa do Sul-Americano e da Copa do Mundo. Foi a sua volta às quadras depois de três anos.

Na sequência, a bicampeã olímpica, natural de Belo Horizonte (MG), retornou ao Itambé/Minas depois de 15 anos. O fato de estar perto da família pesou na decisão da jogadora. Sheilla demonstra felicidade por estar novamente dentro de quadra na busca de novos objetivos. Pela primeira vez desde 2014, a jogadora disputa a Superliga.

A atacante tem atualmente uma vida diferente e divide o tempo entre a maternidade e as quadras. Sheilla ainda tem muitos sonhos nas quadras. A busca por mais uma medalha olímpica está nos planos da atacante, mas para isso a atacante sabe que uma boa participação na Superliga é fundamental. Neste início de temporada, ela é reserva de Bruna Honório. Em entrevista ao site da Confederação Brasileira de Voleibol (CBV), a atacante falou sobre a volta:

– Estou muito feliz de estar de volta à Superliga. Ainda tenho altos e baixos, mas acredito que estou confiante e no caminho certo. A Superliga está bem equilibrada esse ano. É difícil apontar somente dois times favoritos e vejo várias equipes brigando pelas primeiras posições o que é positivo – disse Sheilla.

Sobre o principal objetivo pessoal na temporada de clubes, a oposto destaca a evolução. Já o coletivo é levar o Minas ao bicampeonato da Superliga:

– Meu objetivo pessoal é evoluir, crescer e voltar à minha melhor forma física. Já o objetivo do Minas é tentar chegar à final e ganhar o título novamente mesmo sabendo do equilíbrio da competição queremos estar em todas as finais esse ano – comentou, ainda em busca da foma ideal: – Estou melhorando a cada dia.

Sheilla
Sheilla com as filhas uniformizadas com a camisa do Minas (Reprodução)

Sheilla ainda falou sobre a rotina de mãe e atleta:

– É uma loucura e estou me adaptando. Posso dizer que é bem gostoso e não passava pela minha cabeça. Eu treino de manhã e na volta quero dar atenção para elas e quando vejo já tenho que voltar para o segundo treinamento. O dia inteiro é bem cheio. Ficar longe delas é muito difícil. Prefiro nem falar sobre isso ainda mais neste momento de viagens da Superliga – revelou a jogadora.

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