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Destaques - Entrevista - 30 de junho de 2020

Vicky Mayer analisa mudança de patamar na carreira

Jovem argentina jogará no vôlei italiano

A levantadora argentina Victoria “Vicky” Mayer viu a carreira dar uma guinada na temporada 2019/2020. A adolescente teve a primeira experiência internacional de clubes pelo Flamengo e ganhou espaço na seleção adulta, participando ativamente da conquista da vaga olímpica para os Jogos de Tóquio e de uma medalha no Pan-Americano.

Aos 19 anos, Mayer já foi anunciada pelo Chieri, da Itália, e dará mais um passo na precoce carreira. Um verdadeiro turbilhão de emoções para a talentosa jogadora. Em entrevista à Federação Internacional (FIVB), ela falou sobre a mudança de patamar em tão pouco tempo.

ESTREIA NO PRÉ-OLÍMPICO MUNDIAL NOS EUA

– Eu não esperava começar meu primeiro torneio. Mas durante o nosso período de treinamento, Ferraro (Hernan, técnico da seleção argentina) disse que estava me preparando para jogar. Eu confiava nele e nossas jogadores experientes eram incríveis, pois me apoiavam em todas as etapas. Eu estava obviamente muito nervosa. Isso me deu muita confiança e contar com a experiência deles foi super encorajador.

PAN-AMERICANO DE LIMA

– Foi uma experiência incrível. São como mini Jogos Olímpicos. Estávamos em contato com atletas de vários esportes da vila e era como um sonho estar lá. Sempre lutamos pelo ouro, mas essa medalha de bronze foi realmente importante e nos deu mais confiança de que podemos realizar ainda mais se continuarmos trabalhando duro (Mayer ainda foi eleita a melhor levantadora).

PRÉ-OLÍMPICO SUL-AMERICANO

– Foram dias muito nervosos. Sabíamos que era a nossa última chance de se classificar e nos preparamos muito bem para o torneio. A Colômbia jogava muito bem, estava em casa e muito motivada para se classificar para as primeiras Olimpíadas. O ginásio estava lotado e mal podíamos nos comunicar, mas nossas veteranas fizeram um ótimo trabalho ao nos lembrar o quanto tínhamos nos preparado para esse momento.

O TRABALHO COM FERRARO NA SELEÇÃO

– Ele é muito exigente, mas também é muito claro e consistente sobre seus conceitos e isso facilita as coisas. Uma coisa que eu gosto é que ele sempre tira um tempo para explicar porque estamos fazendo as coisas, em vez de apenas nos dizer para fazê-las, o que é importante para os jovens jogadores, pois nos dá um objetivo.

REFERÊNCIAS NA POSIÇÃO

– Eu sempre gosto de jogar rápido e uma levantadora que realmente admiro é Joanna Wolosz, de Conegliano. No ano passado, joguei no Brasil e também pude acompanhar muito a Macris.

TRANSFERÊNCIA PARA A ITÁLIA

– Jogar na Itália sempre foi um sonho. Quero aproveitar ao máximo essa oportunidade e aproveitar tudo. Quero jogar o máximo que puder, aprender e crescer tanto como jogadora quanto como pessoa.

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