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Seleção Brasileira - Tóquio-2020 - 26 de junho de 2020

Zé Roberto, sobre os Jogos: “Não lamento se caí num grupo forte na 1ª fase”

Em live do COB (Comitê Olímpico do Brasil), na última quarta-feira (24.06), treinadores e gestores da linha de frente do esporte brasileiro explicam nova preparação para Tóquio-2020 depois do adiamento dos Jogos para o ano que vem.

O atual cenário esportivo brasileiro e mundial, sob o impacto da pandemia causada pela COVID-19; o adiamento dos Jogos Olímpicos; e o novo trabalho de replanejamento da preparação de algumas das principais equipes do esporte olímpico do Brasil. Estes foram os principais pontos discutidos na live.

Mediado pelo vice-presidente do COB e chefe da Missão Brasileira em Tóquio, Marco La Porta, o encontro da noite de quarta-feira, 24, reuniu um seleto grupo de treinadores e gestores, formado pelo tricampeão olímpico José Roberto Guimarães, técnico da seleção feminina de vôlei; Fernando Possenti, treinador de maratonas aquáticas; Sérgio Santos, diretor técnico da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri); e Ney Wilson, gestor de alto rendimento da Confederação Brasileira de Judô (CBJ).

Durante a conversa, José Roberto Guimarães revelou que a mudança de datas dos Jogos Olímpicos não tira o Brasil da lista de principais concorrentes ao pódio em Tóquio.

– Temos um bom time e todas as condições de brigar com qualquer equipe do mundo – ressaltou o treinador, apontando ainda China, Sérvia, Estados Unidos e Itália como principais adversárias.

– Para mim, as Olimpíadas têm uma magia difícil de ser explicada. Não fico lamentando se caí em um grupo forte na primeira fase da competição. Pelo contrário, quando você cai em um grupo forte, deve levantar as mãos para o céu e dizer: ‘esse é o grupo que queria cair’. Adversários fortes deixam seu time mais preparado para a competição.

Com a experiência de quem foi atleta olímpico (Montreal 1976) e é o único brasileiro tricampeão olímpico, Zé Roberto Guimarães afirmou que o suporte dado pelo COB e a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) faz a diferença na preparação de sua equipe.

– Quando disputei as Olimpíadas como atleta, tinha que trabalhar e estudar. Íamos aos Jogos para aprender, e o apoio era muito pequeno. Ao longo dos anos, tudo mudou. O salto de qualidade foi muito grande de uns anos para cá. Tudo o que precisamos para uma boa preparação, o COB tem disponibilizado. A integração entre COB e CBV é muito grande. Hoje, os atletas de vôlei têm tudo o que precisam para disputar uma medalha – afirmou Zé Roberto.

O técnico da Seleção feminina falou também da possível “baixa” na convocação com duas jogadoras que devem ser mães no próximo ano. Veja matéria aqui.

 

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