Nati Martins
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Destaques - Fora de Quadra - 1 de agosto de 2020

Nati Martins comemora lançamento de filme biográfico no YouTube

Nati Martins descobriu uma grave perda auditiva aos 4 anos de idade

A central Nati Martins fez um agradecimento público ao técnico Bernardinho e aproveitou para anunciar que o mini documentário sobre a sua vida – “Vida sem limitações – A História de Natália Martins” está disponível no YouTube e legendado. Veja aqui o filme bibliográfico da jogadora.

Nati Martins vai para a sua segunda temporada na Romênia, mas trocou de time. Em 2019/20, ela estava no Dínamo Bucaresti, e agora vai defender o CS Rapid Bucarești, ao lado de outra central brasileira, Letícia Hage, ex-Fluminense.

Nati descobriu uma perda auditiva severa aos 4 anos de idade e desde os 6 usa aparelhos auditivos. Ela é primeira jogadora com deficiência de audição a jogar vôlei em alto nível. Em maio deste ano, a meio-de-rede – que tem passagens por clubes como Minas, Osasco, Sesi, São Caetano, Pinheiros, Brasília e Dentil/Praia Clube, tornou-se embaixadora da Sonova, empresa suíça que é líder no ramo de aparelhos auditivos no mundo.

Nati Martins
Nati em ação no Dínamo Bucaresti (Instagram/Reprodução)

– Saiu a versão legenda português do meu filme e junto com isso meu canal no YouTube. O link está na Bio e peço que curtam, se inscrevam e compartilhem para que possamos alcançar muitas pessoas. Minha gratidão ao Bernardinho por ter aceitado o convite, se continuei foi porque teve um incentivo dele (determinação, perseverança e força) e o período da gravação foi cheio de tesouros ensinados a mim que ficará registrado para sempre – escreveu Nati em post no Instagram.

O filme é curto, tem 3min05seg, mas emociona e conta como Nati conseguiu fazer da deficiência um trampolim para se tornar uma jogadora de alto nível. “O que eu mais gosto, jogando vôlei, é o barulho da torcida”, diz.

Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), calcula-se que mais de 9 milhões de pessoas no Brasil sofrem de deficiência auditiva. Apenas 8% têm um aparelho auditivo. Nos países mais desenvolvidos, comparativamente a taxa está entre 25 e 30%. Os motivos da baixa taxa de oferta no Brasil, segundo a Sonova, são o número limitado de lojas especializadas em audiologia no país e a baixa divulgação das opções de tratamento em caso de perda auditiva.

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