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Superliga - 16 de novembro de 2020

Covid desfalca times da Superliga. Entenda o protocolo

Casos devem aumentar no decorrer da competição

O fim de semana da Superliga foi marcado por novos casos de covid-19 em grandes times do feminino. Pelo Sesi Bauru, a oposto azeri Polina Rahimova desfalcou o time diante do Curitiba. No Sesc RJ Flamengo, a levantadora Fabíola e a central Roberta não atuaram diante do São Caetano.

A pergunta dos torcedores é: quando elas voltam?

Pelo protocolo médico da Superliga, cada atleta testado positivamente para o coronavírus precisa cumprir um período de quarentena de 10 dias. Nesta semana, elas certamente não estarão em quadra pela terceira e quarta rodadas. O Sesi Bauru pegará o Fluminense, na segunda-feira, e o São Paulo Barueri, na sexta. Já o Flamengo enfrentará o Pinheiros na terça e o Curitiba, na sexta. Já a quinta rodada acontecerá no limite do prazo para realização do novo teste: dia 24 de novembro, o que deve mantê-las fora de ação.

Com segurança, desde que se recuperem sem contratempos da doença, Polina, Roberta e Fabíola poderão estar em quadra na sexta rodada, no dia 27. O Sesc RJ Flamengo terá o São Paulo/Barueri pela frente, enquanto o Sesi Bauru jogará contra São José dos Pinhais.

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Polina em ação por Bauru (Wander Roberto/Inovafoto)

O protocolo médico contra o covid na Superliga prevê medição diária de temperatura dos atletas e integrantes das comissões técnicas antes dos treinos. Antes das partidas, eles respondem um questionário com 12 perguntas. Os testes para covid (antígeno ou PCR) acontecem a cada 14 dias, com os resultados sendo enviados pelos médicos para a CBV.

Para um time ter a possibilidade de adiar um jogo, ele precisa ter quatro atletas contaminados ou dois levantadores. Antes da Superliga, o caso mais grave divulgado aconteceu com o Vôlei UM Itapetininga, com seis jogadores positivados. O time paulista não pôde disputar o Super Vôlei, em Belo Horizonte, sendo substituído pelo Montes Claros América.

Entre pessoas de diversos clubes ouvidas pelo Web Vôlei, existe um temor de aumento de casos com a sequência de viagens dos times até o fim do ano.  Por isso a importância do controle diário e do afastamento das atividades de quem apresentar algum sintoma.

Na Europa, todos os principais campeonatos estão sofrendo com adiamento dos jogos por conta do número crescente de casos. E não é uma exclusividade dos times pequenos. Na Turquia, o Eczacibasi foi o último a sofrer com um surto com mais de 10 casos no elenco e na comissão técnica, o mesmo que já havia acontecido com o rival Vakifbank. Na Itália, o Perugia está afastado dos jogos.

 

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