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Destaques - Superliga - 15 de dezembro de 2020

Polina fala sobre COVID, planos e estrangeiras em Bauru

Polina disse que sentiu mais os sintomas do coronavírus agora, na sua segunda infecção. Ela deve enfrentar o Minas hoje

A oposta do Sesi Bauru, Polina Rahimova, falou em live no seu Instagram, que sofreu mais com os sintomas do COVID-19 agora, do que da primeira vez que foi infectada, no início de novembro. A jogadora deve enfrentar o Itambé/Minas nesta terça-feira, às 21h30, em partida válida pela sétima rodada da Superliga Feminina Banco do Brasil 2020/21 e adiada por conta dos casos de coronavírus no time paulista. A partida será no Panela de Pressão e terá transmissão pelo SporTV 2.

As mineiras ocupam a terceira colocação na tabela, com 21 pontos, atrás do líder Osasco São Cristóvão Saúde, que tem 22 pontos, e do vice-líder Dentil Praia Clube, que tem 21, mas com um jogo a menos – a equipe de Uberlândia é a única invicta na Superliga. O Sesi Bauru é o quarto na tabela, com 14 pontos. Confira aqui a classificação.

– Tenho uma notícia terrível para dar para vocês – disse Polina, no início da Live.

– Peguei COVID pela segunda vez em 30 dias. Mas, estou bem agora, me sentindo melhor, continuei treinando. Podem imaginar? Sejam cuidadosos, pessoal. Covid é coisa séria, não é brincadeira. Estou bem agora, mas foi uma loucura, porque em um mês eu peguei duas vezes. Essa segunda vez foi pior que a primeira, tive todos os sintomas, me senti mal, perdi o paladar, perdi o olfato e perdi quase 5 quilos porque quase não tive apetite. Me senti muito mal, me sentia cansada, sem força – contou a oposta.

Dezesseis pessoas entre jogadoras e integrantes da comissão técnica – entre eles o técnico Rubinho, que chegou a ficar oito dias internado no Hospital da Unimed de Bauru – foram infectados há cerca de 10 dias. Todos cumpriram o isolamento necessário e o Sesi Bauru deve ir completo contra o Minas. Rubinho seguirá se recuperando e casa e vai ser substituído pelo assistente-técnico Plauto Machado.

– Estou treinando, mas me sinto muito cansada. Fazer circuito, por exemplo, é difícil. Meu desafio na Superliga é chegar na minha melhor condição e ser campeã. E temos outra chance de ser campeã, na Copa Brasil, já que perdemos o Paulista. Gosto de jogar em um time que tenha um bom técnico e uma boa levantadora – disse a jogadora, questionada sobre os quesitos que a fazem escolher o time que vai jogar na temporada.

Quando perguntada se gostava de outros clubes e se defenderia outros times no Brasil, Polina disse que sim.

– Voleibol é o meu trabalho, não a paixão da minha vida. Gosto de muitos times, Osasco, Minas… agora quero crescer – completou Polina, dizendo não ter conhecimento da contratação de mais estrangeiras para o time. Especula-se que a ponteira búlgara Dobriana Rabadzhieva negocia com a equipe.

Entre outras coisas, na live, Polina elogiou várias vezes a ponteira brasileira Natália, disse que esteve perto de fechar com o Praia, mas preferiu, no final das contas, ir para o Fenerbahce, para realizar o sonho de comprar sua casa na Turquia, disse que Thaisa eé a melhor jogadora do Brasil atualmente e que Tomkom foi a melhor levantadora com a qual ela já jogou até agora. Ela falou também que acha que Macris será a levantadora do Brasil em Tóquio e que Mayany precisa ter mais “sangue nos olhos”, com Thaisa tem – para ela, central tem de ter “eyes of tiger”, ou olhos de tigre. A oposta disse ainda que acha estranho ter de rezar com o time antes dos jogos, que Egonu é a melhor oposta do mundo e que Tandara “é uma boa jogadora”.

Veja aqui as transmissões da semana.

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