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Superliga - 30 de dezembro de 2020

Vôlei Renata faz balanço positivo do projeto em 2020

No atípico 2020 para a humanidade, o Vôlei Renata fez um balanço positivo do seu 11º ano de projeto. O título paulista, após duas vitórias sobre o favorito EMS/Taubaté, coroou uma trajetória de bons resultados, que vinha sendo construída antes da interrupção da Superliga 19/20, em março, pela pandemia do coronavírus.

Na atual Superliga, a equipe comandada por Horácio Dileo ocupa o terceiro lugar, com apenas duas derrotas em 12 jogos.

– Foi um ano muito marcante para nós, porque foi diferente desde o início, na retomada dos trabalhos, com todos os cuidados e protocolos. Nesse meio tempo conseguimos resultados importantes, não só nas partidas, mas também no dia a dia, com a condução do trabalho da comissão técnica e do departamento médico. Não tivemos nenhum caso de Covid depois da volta aos trabalhos – disse o coordenador técnico André Heller.

Fora de quadra, o Vôlei Renata, através do Brasil Vôlei Clube, nome social do projeto campineiro, foi certificado pela Secretaria Especial do Esporte, do Governo Federal. A certificação é uma chancela que a entidade atende integralmente a legislação vigente. Ela permite que o projeto possa seguir recebendo recursos através de leis de incentivo federais, por exemplo, mas exige contrapartidas como transparência financeira, de contratos e na movimentação de recursos públicos, possuir representação de atletas na gestão, autonomia no conselho fiscal, entre outras.

O projeto atendeu, em dez anos, mais de 2300 crianças pelo Instituto Compartilhar, que ensina mini-vôlei no contraturno das escolas municipais de Campinas e Itu e é apoiado pelo Vôlei Renata. Durante o período, a equipe arrecadou 125 toneladas de alimento não perecível nos jogos disputados no Ginásio do Taquaral, formou 207 jogadores nas categorias de base e recebeu mais de 5 mil jovens em suas peneiras.

– Todos os números e resultados são a materialização da ideia que tivemos há dez anos para montar o projeto baseado na formação de atletas, no esporte como agente de transformação social e no alto rendimento. Fechamos o ano muito alegres pelo que conquistamos e pelo caminho que estamos percorrendo, mas ainda mais animados para o que o futuro nos reserva – encerra Maurício Lima, embaixador e bicampeão olímpico.

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