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Destaques - Fora de Quadra - Superliga - 31 de março de 2021

Polina fala sobre Thaísa, futuro e problemas em Bauru

Jogadora azeri promoveu live com os fãs nesta terça-feira à noite

A oposto Polina Rahimova realizou uma conversa com seus fãs, no Instagram, na noite desta terça-feira, e falou sobre diversos temas. Alguns bem polêmicos. Sem papas na língua, a azeri, em inglês, cutucou Thaísa, central do Itambé/Minas, não fez média com companheiras do Sesi Bauru, como Dani Lins e Tifanny, admitiu torcida para o Dentil/Praia Clube na final da Superliga 2020/2021 e deixou o futuro em aberto.

O “afronte” com Thaísa foi um dos temas mais perguntados sobre os fãs em mais de uma hora de live. Ao fim da segunda partida da semifinal entre Minas e Bauru, a bicampeã, em entrevista ao SporTV, mostrou uma camisa da “Vitamina Uai”, dizendo que ela deu força para o time nos momentos difíceis. Um recado claro para Polina, que havia usado as redes sociais, antes da série, com uma leve provocação, com uma foto de uma vitamina “Poli”.

– Thaísa usou minha imagem para chamar mais atenção, já que seu silicone, seu botox e suas tatoos não davam audiência – disse Polina.

Rapidamente os fãs foram nas redes sociais de Thaísa e cobraram um posicionamento. E ela respondeu:

“Enquanto ela está falando de mim, pensando em mim, eu tô aqui focada para jogar mais uma final. Feliz, realizada, amada pelo meu time (no caso, ela é odiada por todas do time), plena, ganhando bem. Deixa ela. Nem perco meu tempo falando de gente assim. Deixa que ela false o quanto quiser! Ela precisa tentar me “atacar” de algum jeito, né”, escreveu Thaísa.

Sobre Tifanny, Polina disse “que ela é boa jogadora, mas tem problemas de resistência e não aguenta jogar mais de três sets no mesmo nível”.

Já sobre o entrosamento com Dani Lins nas duas temporadas no Sesi Bauru, Polina admitiu que elas não encontraram a sintonia ideal. Segundo a azeri, por ter realizado três cirurgias no joelho, o ideal é receber bolas mais afastadas da rede, mas “em alguns momentos os levantamentos ficavam muito ruins, muitas vezes em função de o passe estar comprometido e não chegar em condições para Dani”.

A oposto ainda admitiu que se afastou das companheiras de time nas últimas semanas, algo que ficou nítido nos últimos jogos, principalmente nos pedidos de tempo. Sem citar o nome, disse ter perdoado uma companheira, após fofocas e mentiras ditas sobre o relação interna depois da derrota para o Sesc RJ Flamengo, na primeira partida das quartas de final.

Ela ainda comentou o fato de estar disparada entre as maiores pontuadoras da Superliga, dizendo que o ideal era ter mais equilíbrio no time, com maior colaboração das ponteiras.

Sobre o futuro, Polina não descartou seguir atuando no Brasil, mas disse ter várias propostas. Ela disse levar em conta, além do aspecto financeiro, quem será o treinador e a levantadora do time. Perguntada se jogaria no Sesc, a azeri soltou: “Não sei se o Bernardinho gosta de mim”. Sobre ir para o Minas, disse que iria apenas se Thaísa não estivesse lá.

Ao ser questionada sobre as finais entre Minas e Praia, ela admitiu torcida pelo time de Uberlândia.

Sobre rivais, elogiou Jaqueline e Fernanda Garay, dizendo que elas conseguem manter o alto nível, apesar dos altos e baixos normais, com o avançar da idade. Ainda sobrou para as jovens atletas, tratadas como “preguiçosas” por Rahimova.

Ela ainda deu pitaco sobre favoritismo no torneio feminino de vôlei nos Jogos Olímpicos, citando China e Itália como favoritas.

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