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Superliga - 25 de março de 2021

Sesi Bauru aposta em Polina para abater o líder

A ponteira búlgara Dobriana Rabadzhieva sofreu uma lesão no menisco do joelho direito na partida contra o Sesc RJ Flamengo, pelas quartas de final, e está fora do playoff. Sem a estrangeira, o Sesi Bauru deve escalar Tifanny e Vanessa Janke com ponteiras na fase decisiva da temporada. As semifinais da Superliga feminina 2020/2021 de vôlei começam nesta sexta-feira, na bolha de Saquarema, com playoffs em melhor de três jogos entre Itambé/Minas x Sesi Bauru e Osasco/São Cristóvão Saúde x Dentil/Praia Clube (confira aqui a tabela completa).

Para esquentar o momento tão aguardado pelos fãs, o Web Vôlei fez um Raio-X dos quatro times na disputa pelo título. O Sesi Bauru é o quarto a ser publicado. O Praia foi o terceiro e Osasco São Cristóvão Saúde, vice-líder da fase de classificação, foi o segundo.  Confira aqui a análise do Itambé Minas, que terminou o returno na liderança.

Campanha na fase de classificação: quarto lugar com 49 pontos. Foram 17 vitórias e cinco derrotas. 56 sets vencidos e 26 perdidos. 9 triunfos por 3 sets a 0. Jogou quatro tie-breaks nesta Superliga, ganhou três (sobre Dentil  Praia  Clube, Sesc RJ Flamengo e São Paulo Barueri) e perdeu um (para o Barueri, no returno).

Playoffs: 2 a 1 no Sesc RJ Flamengo nas quartas de final, de virada (1 a 3, em Bauru, 3 a 0 e 3 a 2,ambos no Rio)

Time-base: Dani Lins, Polina Rahimova, Adenizia, Mara, Tifanny, Vanessa Janke e Brenda Castillo (líbero).

Destaque nas estatísticas: A azeri Polina Rahimova é a maior pontuadora da Superliga, com 398 pontos, e também é a melhor sacadora da competição, com 30 aces

Reservas mais utilizadas: A central Fê Ísis e a ponteira Suelle

Demais opções no banco de reservas: Carol Leite, Pâmela, Maria Luiza, Gabriela Santin e Júlia (líbero). Além de Fê Ísis e Suelle

Retrospecto contra o semifinalista: Na Superliga, foram duas derrotas para o Minas, ambas por 3 a 1: no turno – parciais de 21-25, 25-22, 25-14, 25-23 – e no returno – 25-17, 25-21, 24-26, 26-24. Nas semifinais da Copa Brasil, perdeu também por 3 a 1 (30-28, 14-25, 25-11, 25-22).

Opinião Web Vôlei: Dono de um dos maiores investimentos da temporada, o Sesi Bauru perdeu o Campeonato Paulista para Osasco nos detalhes – no golden set -, mostrando um jogo de força, e de extrema dependência de Polina e das boas atuações de Adenizia e Brenda Castillo. Sofreu uma troca de treinador, com a saída do campeão olímpico Anderson, para a chagada do técnico Rubinho. Rabadzhieva integrou o grupo na reta metade do returno e, até se machucar, ainda não tinha conseguido ser a jogadora que se espera dela. Tifanny joga melhor quando entra de oposta, sem a preocupação de passar, mas com a lesão da búlgara, terá de voltar para a posição de ponteira contra o Minas. É um time de potencial de ataque muito forte, mas que ainda tem muitos altos e baixo, sofre no passe e depende de Polina estar num dia bom. Mara vem subindo de produção, assim como Fê Ísis, que sempre entra bem. Mas, o trio de centrais precisa do passe em boas condições para jogar. Bauru sofreu com dois surtos de coronavírus e perdeu ritmo de treino e jogos na fase classificatória. Foram cinco derrotas na temporada (duas para o Minas, uma para Osasco, uma para o Praia e uma para o Barueri). O time entra como franco atirador. Sabe que o favoritismo é do Minas, por conta da campanha, e pode se aproveitar psicologicamente desse fator para jogar a pressão para o lado adversário, arriscando mais do que o usual.

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