João Franck
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Superliga - 21 de abril de 2021

João Franck comemora aprendizado em Taubaté

O jovem ponteiro fez um análise da temporada 2020/2021

Dos 15 atletas que formaram o elenco do EMS/Taubaté na conquista da Superliga Masculina 2020/21, um novato é só sorrisos. O ponteiro João Franck, de 22 anos recém-completados, o atleta mais novo do elenco, celebrou o encerramento de uma temporada de conquistas e muito aprendizado.

Vestindo a camisa taubateana, Franck garantiu no currículo três conquistas de âmbito nacional: Super Vôlei, Supercopa e Superliga 2020/21. Mesmo sendo a quarta opção na posição de ponteiro (os três outros eram os selecionáveis Douglas Souza, Maurício Borges e João Rafael), o jovem atleta viu crescimento na passagem pelo clube. Ele ganhou, inclusive, um Troféu VivaVôlei como melhor atleta em quadra na vitória do Taubaté sobre o Pacaembu/Ribeirão por 3 sets a 0, fora de casa, pela 5ª rodada do primeiro turno da Superliga. Na ocasião, ele jogou como titular.

Na próxima temporada, Franck defenderá o Vedacit/Guarulhos.

Quais experiências e memórias você vai carregar das semifinais e finais dentro do CDV em Saquarema?

Foram duas séries complicadas em duas semanas que demandaram muito trabalho duro de nossa parte. O grupo estava muito concentrado, muito coeso, foi o momento da temporada em que mais conseguimos unir a equipe, trabalhar muito bem em prol de um objetivo comum. Nossa proposta era vencer as quatro partidas, e cumprimos essa meta. Nas semifinais, o Vôlei Renata que já havia dado bastante trabalho para nós ao longo de toda a temporada, mais uma vez não foi um adversário fácil. Conseguimos passar muito bem nas semifinais pela nossa constância e efetividade naquilo que vínhamos treinando. E na final, derrotar o Minas, um clube de tanta tradição, foi uma enorme alegria. Foram duas vitórias importantes para o projeto, para o grupo, para a cidade de Taubaté, e para mim especialmente, por ser o meu primeiro título de Superliga.

Quais fundamentos você acha que foram os trunfos do EMS/Taubaté/Funvic nas finais diante do Minas?

O time esteve bem em todos os fundamentos, mas o saque foi muito importante. Esse jogo com o saque agressivo nas finais foi resultado de um trabalho de toda a temporada, e que surtiu efeito quando nós mais precisamos. Tivemos alguns momentos irregulares ao longo da Superliga em termos de aproveitamento no saque, mas quando foi preciso, foi o nosso ponto forte. Desestabilizou a linha de passe tanto do Campinas quanto do Minas, e conseguimos criar uma vantagem sobre os adversários.

Quais lições você tira dessa temporada em que você pôde treinar e jogar ao lado de companheiros que são campeões olímpicos, mundiais e de currículo tão pesado?

Para mim, que sou o mais novo do grupo, é uma enorme honra trabalhar num elenco cheio de campeões olímpicos, jogadores renomados que eu cresci assistindo pela TV, sendo fã deles. Foi um prazer trabalhar com todos eles, foi uma temporada de muito aprendizado, consegui absorver muita coisa jogando e principalmente treinando ao lado deles. Foi legal também para compreender o trabalho desses craques fora de quadra, e pra mim será sempre inesquecível essa temporada tão vitoriosa, os títulos e as amizades que levo daqui. Foi muito importante para meu crescimento como atleta e como pessoa também.

Faltou mesmo a torcida no ginásio para fazer a festa completa, não é?

Sem dúvidas, existe uma torcida enorme aqui em Taubaté, muito apaixonada, sou grato por ter trabalhado aqui, e infelizmente sem poder ter o contato direto com os fãs do Vôlei Taubaté. Agradeço à torcida pelo apoio, sempre nos dando positividade nas redes sociais, mesmo nos momentos difíceis e nos tropeços que aconteceram. Mesmo à distância, sentimos que a torcida estava com a gente, acreditando no nosso trabalho e nos empurrando ao título. Sou muito grato por todo esse carinho.

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