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Destaques - Jogos Paralímpicos - 5 de setembro de 2021

Brasil comemora recordes quebrados nos Jogos Paralímpicos

País festeja marcas alcançadas na edição de Tóquio

As disputas dos Jogos Paralímpicos de Tóquio terminaram neste domingo e o Brasil se despediu com recordes. Foram 72 medalhas, sendo 22 de ouro, 20 de prata e 30 de bronze, na sétima colocação no quadro. Trata-se da melhor participação do país na história.

– O Comitê Paralímpico Brasileiro celebra, além da maior campanha de todos os tempos, o atingimento de todas as metas, como de participação de mulheres, participação de atletas jovens, participação de atletas de classes baixas (atletas com as deficiências mais severas). Aprendemos muitas lições que vamos colocá-las em prática nos três anos que restam até a próxima edição de Jogos Paralímpicos, em Paris 2024 – comentou Mizael Conrado, bicampeão paralímpico de futebol de 5, em Atenas-2004 e Pequim-2008, e presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Em nenhuma outra edição a missão brasileira havia conquistado tantas medalhas de ouro. As 22 obtidas na capital japonesa superaram as 21 de Londres-2012. No número total de pódios, o Brasil igualou a marca alcançada no Rio 2016. Foram 72 medalhas no Japão, tal qual nos Jogos Paralímpicos disputados em solo brasileiro, há cinco anos (relembre a medalha do Brasil no vôlei sentado).

Tais recordes foram puxados pela natação, que obteve o seu melhor desempenho em toda a história dos Jogos, com 23 medalhas (oito de ouro, cinco de prata e dez de bronze). O atletismo foi a modalidade que mais garantiu medalhas ao Brasil em Tóquio: 28 (oito de ouro, nove de prata e 11 de bronze) e também na soma de todas as participações brasileiras nas edições anteriores do megaevento (170 no total).

O nadador, agora aposentado oficialmente das piscinas após os Jogos de Tóquio, foi eleito neste sábado, membro do Conselho de Atletas do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês). O multimedalhista foi um dos seis escolhidos para o grupo, que representará os competidores pelos próximos três anos até os Jogos de Paris em 2024. Ela foi o responsável por carregar a bandeira do país na Cerimônia de Encerramento.

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