Duda e Ana Patrícia
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Praia - 1 de julho de 2022

Duda e Ana Patrícia falam em manter clima leve na Suíça

Campeãs mundiais de vôlei de praia em Roma, na última semana, Duda e Ana Patrícia estão prontas para o primeiro desafio na condição de “dupla a ser batida”. Elas viajam nesta sexta-feira para Gstaad, na Suíça, onde acontece a quarta etapa Elite 16 do Circuito Mundial, entre os dias 6 e 10 de julho.

A receita é simples na visão das atletas do Praia Clube: manter a leveza exibida para o mundo na conquista na Itália. Atualmente, elas ocupam a liderança do ranking de entradas da FIVB (que considera os três melhores resultados nos últimos quatro torneios) e esperam conquistar novos pontos na Europa.

– Nós nos divertimos, brincamos, aproveitamos. É claro que somos profissionais, mas temos de sorrir e mostrar união. Só queríamos entrosar nossa equipe e deu certo. Éramos só mais uma dupla nova, com seis meses de adaptação e, agora, estamos marcando o nosso nome no vôlei de praia. Estamos dando o nosso melhor, e os resultados estão aparecendo. Isso dá mais motivação. Mesmo ganhando esse título super importante, temos muito caninho pela frente rumo aos nossos objetivos – disse a sergipana Duda, de 23 anos.

Em apenas seis meses de parceria, as atletas conseguiram trazer para o Brasil um título mundial depois de sete anos. O resultado reanimou a torcida brasileira, que no ano passado se frustrou com o fato de o país ficar fora de todos os pódios nos Jogos Olímpicos de Tóquio. A última conquista do país no Mundial feminino havia sido de Ágatha e Bárbara Seixas, na edição de 2015.

Ana Patrícia não escondeu o sentimento de realização com o feito, mas contou que a “chave” da dupla já virou rapidamente para o próximo desafio, uma vez que o calendário não permite tempo para descanso.

– É um momento de muita felicidade, mas na nossa vida as coisas acontecem muito rapidamente e já temos outros torneios pela frente. Não nos surpreendeu (a conquista). Quando saímos daqui, tínhamos isso como objetivo, respeitando os processos, mas acreditávamos que era possível. Nos deparamos com inúmeras situações difíceis. Foram três campeonatos fora, e sabíamos que sairia campeão mundial quem tivesse mais bem preparado e apresentasse o melhor – declarou a mineira, de 24 anos.

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