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Seleção Brasileira - Superliga - 20 de julho de 2022

Gattaz descarta parar: “Ainda tenho alguns anos de vôlei”

Meio de rede curte as férias antes de se apresentar ao Gerdau Minas

No fim deste mês de julho, Carol Gattaz completará 41 anos. E na cabeça da jogadora do Gerdau Minas a palavra aposentadoria ainda não faz parte dos planos. Em entrevista para a TV Tem, durante as férias em São José do Rio Preto, a meio de rede descarta encerrar a carreira.

– Eu ainda tenho alguns anos de vôlei, mas não tenho muitos. Então meus objetivos são esses: a cada campeonato que eu entrar, dar meu máximo para conseguir conquistar o máximo de título até o fim da minha carreira – disse Gattaz, campeã da Superliga e do Campeonato Sul-Americano na temporada 2021/2022.

Para a temporada 22/23, o Minas manteve parte da espinha dorsal, mas perdeu jogadoras importantes, como Macris, Léia e Ozsoy. Para a capitã do time, a obrigação é seguir pensando grande:

– Eu amo o que faço. E a atleta de alto nível nunca vai estar satisfeita com a última conquista, vai estar sempre querendo mais.

A volta ao trabalho será no próximo mês. Antes de curtir a família e o descanso, Carol Gattaz foi comentarista do Sportv durante parte da Liga das Nações. E ela admitiu que precisava dar um tempo do vôlei.

– Eu precisava destas férias. Eu estava esgotada. Meu corpo está sentido agora realmente. Quando eu disse: “agora eu vou desligar a chave”, meu corpo sentiu. Acredito que assim que passar essa fase, eu volto a treinar no dia 1 de agosto para começar a pré-temporada – comentou, tranquilizando o torcedor sobre seu estágio físico.

– Atleta de alto nível, profissional, nunca vai estar 100% sem dor. não existe isso. Mas o importante é saber lidar com essa dor e estabilizar. Hoje minhas dores estão estabilizadas. Tive tendinite patelar no joelho esquerdo que me tirava dos jogos. O departamento médico do Minas conseguiu estabilizar essa dor.

Sobre o vice-campeonato do Brasil na VNL feminina, Carol Gattaz foi só elogios ao trabalho de renovação:

– Foi uma surpresa muito boa, porque essas jogadoras, algumas já jogam Superliga, mas nunca tinham jogado em nível internacional. E por mais que metade do time titular já tenha ido para as Olimpíadas, a maioria delas não. Foi uma surpresa muito boa, elas passaram por dificuldades que nunca tinham passado com muita personalidade. É uma alegria muito grande ver essa renovação. É o futuro do voleibol e dependemos da Seleção para o esporte estar em alta.

 

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