
Rosamaria fala sobre seus outros “papéis” na atual Seleção
Na atual Seleção Brasileira feminina de vôlei, a oposta Rosamaria divide com Gabi e Roberta o status das atletas com mais tempo de casa. E ela tem deixado claro a importância deste papel.
Depois da estreia no Campeonato Sul-Americano, contra a Venezuela, na noite de terça-feira (8/9), no Rio de Janeiro, Rosa comentou sobre o apoio dado a companheiras mais novas ou com pouca rodagem na Seleção.
– Tento sempre dentro de quadra poder passar um pouquinho dessa experiência para as meninas mais novas e assim liberá-las dessa responsabilidade também. Eu sei como é difícil começar com a Seleção Brasileira. A gente sempre fica nervosa, quer mostrar serviço todos os dias… Principalmente para quem é mais jovem, sei que esse peso às vezes pode ser um pouco maior. Então, a gente conversa bastante com elas, tenta deixá-las tranquilas – comentou Rosa.
Titular na estreia no Sula, Rosamaria marcou nove pontos, ficando atrás de Ana Cristina e Lorena. Com oportunidade para as 14 atletas jogarem ontem, a oposta de 32 anos vê um time versátil sendo construído. E fala sobre a importância de entender a minutagem recebida e aproveitar as oportunidades.
– Eu acho que todas nós estamos nos preparando e esperando uma oportunidade de jogar. A gente tem um time bastante versátil, está o tempo inteiro rodando. Acho que entendo um pouco desse papel que eu tenho hoje dentro da equipe também de experiência, estando dentro de quadra ou estando lá fora, me preparando para entrar e poder ajudar quando for possível. Acho que todo mundo tem que ter essa mentalidade, né? Muitas vezes você vai começar jogando, outras vezes você vai começar no banco. Então, saber que todo mundo é importante e dentro do jogo existem vários momentos que vão solicitar jogadoras com qualidades e características diferentes – analisou.


