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Bernardinho: “As críticas são, digamos, legítimas”


Bernardinho fez uma análise da participação brasileira na Liga das Nações masculina de vôlei de 2026. Em vídeo enviado pela CBV, na noite deste domingo (19/7), o técnico admitiu as oscilações da Seleção nas três etapas.

Na primeira, em Brasília, quatro vitórias. Na segunda, na Eslovênia, apenas um resultado positivo. Por fim, em Chicago (EUA), o time estava pressionado, venceu dos quatros jogos, mas terminou apenas em nono lugar, duas posições abaixo da zona de classificação para a fase final.

– Infelizmente não conseguimos o primeiro objetivo do ano que era chegar às finais na China. Tivemos uma boa primeira semana, em Brasília. Na segunda semana, realmente estivemos abaixo do que poderíamos. Tivemos algumas chances e essa é uma das questões, talvez nosso arrependimento. Em finais de sets, tivemos chances de ganhar e não conseguimos concluir o trabalho – disse Bernardinho.

– Na terceira semana os resultados não foram o que nós queríamos. Uma boa vitória contra a França, que hoje acabou de bater a Bulgária, né? Enfim, fez boas partidas aqui, é bicampeã olímpica… Depois dois resultados adversos contra os Estados Unidos, com um bom primeiro set, depois o time caiu. Contra a Polônia, dois bons sets com chance de novo e não conseguimos. Hoje finalizamos com a vitória contra a China.

CRÍTICAS EXTERNAS AO TIME

Para o treinador, a Seleção deve aceitar as críticas. Mas, segundo ele, o importante é a autocrítica da comissão técnica e dos próprios atletas.

– As críticas são, digamos, legítimas, né? Nós precisamos evoluir em muitas coisas, precisamos trabalhar. Mas pode ter certeza de que a autocrítica é muito maior do que as críticas que vêm de fora. E certamente nós vamos seguir fazendo aquilo que a gente acredita que deve ser feito. Há um longo processo pelo caminho na nossa frente. Nós vamos seguir firme. Voltamos amanhã e depois da manhã já estamos, né, de novo em quadra, fazendo o que tem que ser feito, que é seguir trabalhando, acreditando que o processo é a coisa mais importante.