
Judson, sobre a Sérvia, rival na VNL: “Nunca mais quero viver isso”
Titular na vitória do Brasil sobre a Bélgica, na noite da última quinta-feira, no ginásio Nilson Nelson, em Brasília (DF), pela segunda rodada da VNL Masculina de Vôlei 2026, o central Judson foi o terceiro maior pontuador da Seleção Brasileira com 13 pontos – 9 de ataque, 4 de bloqueio e 63% de aproveitamento de ataque.
Judson ficou fora da partida de estreia, quarta-feira, na vitória sobre o Irã. O central escolhido por Bernardinho para jogar ao lado de Flávio foi Matheus Pinta. Ele analisou o desempenho:
– Foi um jogo muito bom, ainda estou buscando o melhor entrosamento com o Cachopa. A gente fez poucos jogos nesse nível de intensidade, mas estou feliz de ter ajudado – disse Judson, vice-campeão da Superliga com o Vôlei Renata.
– Depois que acaba a Superliga, o maior desafio é esse: retomar a intensidade, o entrosamento. Eu sofri com problemas físicos e estou tentando retomar o meu melhor nível. Confiança é tudo voleibol. Falo por mim. Tive uma lesão em janeiro, fevereiro, reta final da Superliga, que foi complicada pra mim. Até o fim do ano eu estava bem, aí tive uma lesão que me dificultava pra sacar, eu perdi a confiança e não consegui contribuir muito para a minha equipe. Agora é retomar essa confiança, voltar a ter um saque agressivo e crescer – completou Judson ao Web Vôlei.
ENGASGADO COM RIVAL
Invicto com duas vitórias em dois jogos, o Brasil enfrenta a Sérvia neste sábado (13/6), às 11h. O adversário é indigesto. O Brasil perdeu para os europeus na fase de grupos do Mundial do ano passado por 3 a 0 e se despediu precocemente da competição. Poucas horas antes do confronto, o técnico Bernardinho recebeu a notícia da morte da mãe e todo o grupo entrou em quadra muito abalado.
– A Sérvia é revanche. No Mundial eu tirei aquele jogo como lição e nunca mais quero viver isso na minha carreira. Para esse jogo de sábado é lembrar que eles foram a nossa pedra no sapato e dar a volta por cima – disse Judson.


