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Destaques - Especiais - 10 de abril de 2020

Web Vôlei estreia a série Top 5, com Nalbert

Craques escolhem os cinco maiores atletas vistos em quadra

Uma pergunta: quais o(a)s cinco maiores jogadore(a)s que você viu jogar no vôlei? E sem regras para a resposta. Vale indicar apenas mulheres, somente homens, misturar, além de não ter qualquer restrição sobre a nacionalidade. E não existe uma ordem de primeiro a quinto lugares.

Fácil? Aparentemente não. O colégio eleitoral é formado por atletas e técnicos renomados. E as primeiras reações de muitos deles foi: Preciso de um tempo para pensar. Apenas cinco? Ficará muita gente boa fora e brava comigo.

Como diferentes gerações votaram, vocês irão se deparar com nomes da “velha guarda”, craques da atualidade e ídolos marcantes em grandes conquistas das últimas décadas.

Para começar, o quinteto escolhido por Nalbert. Ex-capitão da Seleção Brasileira, o atual comentarista do Grupo Globo misturou ex-companheiros em grandes conquistas com ídolos do passado, quando ele começava na modalidade, e um craque do momento na votação.

– Kiraly

O atual treinador da seleção americana feminina foi bicampeão olímpico na quadra (Los Angeles-84 e Seul-88) e campeão na praia (Atlanta-96). É o único da história a ter tal feito. Buscará nos Jogos de Tóquio o ouro como treinador, já que na Rio-2016 ficou com o bronze.

– Mireya Luis

Ter apenas 1,75m engana. A cubana tinha uma impulsão fantástica, ignorando a maioria dos bloqueios que via pela frente. E como gostava de provocar! Tricampeã olímpica e bi mundial, Mireya foi o grande ícone de uma fantástica geração de Cuba na década de 1990 e início dos anos 2000.

– Giba

A camisa 7 da Seleção Brasileira nunca mais será a mesma. Com ela, Giba conquistou três títulos mundiais consecutivos, três medalhas olímpicas (um ouro e duas pratas) e dezenas de títulos internacionais, vários deles como protagonista.

– Leon

Cubano de nascimento, assombrou o mundo ao estrear com apenas 14 anos na seleção adulta. Com 16 foi eleito o MVP da Liga Mundial. Com 17 foi vice-campeão do mundo na Itália.  Hoje, aos 26, o ponteiro naturalizou-se polonês. Um verdadeiro fenômeno!

– Serginho Escadinha

As quatro medalhas olímpicas colocam o líbero como um dos mais premiados atletas do Brasil em todas as modalidades. Na Rio-2016, Serginho, aos 40 anos, encerrou a trajetória na Seleção sendo eleito o melhor jogador da competição.

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